do diaDegraus
Royal Club for Literature and Peace
do diaDegraus
João Francisco da Cruz
do diaDegraus
O meu Sol se pôs agora mesmo, a noite se achegou em meu quintal.
Vou prosear um pouco com as estrelas, acariciar a lua com meu olhar.
Minh'alma é grata pelo dia e seu fulgor.
Quem sabe a escuridão vai embora logo mais.
Não contarei as estrelas do amanhã, antes que chegue a hora.
O brilho de amanhã, ainda é um desejo, uma pintura inacabada.
Observo o compasso dos ponteiros e vivo o agora, daqui a pouco, eu não sei.
A estrada toda é obscura para saber o tamanho das pedras.
O trajeto só se sabe de dia.
Inconstantes são as veredas.
De manhã, um sorriso, à noite, alguns choram por mim.
Até os quadros que perduram suas tintas, morrem cansados de suas molduras.
Planto sementes, que outros colherão.
Talvez, no decorrer do dia, verei minhas árvores.
Os passos meus, são do tamanho de minha paciência.
Caminho um dia por vez e tranco em cadeias minha anciedade.
João Francisco da Cruz
Poeta 07/08/2023
documentation: Waffaa Badarneh

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