الخميس، 10 أغسطس 2023


Candeia e azeite

The Royal Club for Literature and Peace

Candeia e azeite

João Francisco da Cruz

 Candeia e azeite

Na trilha que passo, meus passos, cansam.

Desenho um caminho retilíneo, todavia, perco me no obscuro da noite.

Meu lampião apagou, definhou se o azeite, no melhor momento.

Meu esboço é falho, rabisco de tinta pouca.

A mata densa da vida mente, e os atalhos se misturam.

Celebro a cada curva iluminada.

Toda noite é louca, todo Sol se morre, tudo é temporal.

A noite gritou escuridão, no entanto, passou.

A vida é um castiçal aceso, um vento mata.

Quando menos se espera, tropeça se no caminho, a candeia apaga.

No fim do túnel escuro, nada importa.

Finda a vida como vida, finda a morte como morte.

Azeite, candeias, caminhos, vida, morte, tudo passa.

O Sol e a Lua se cansam, e adormecem.

João Francisco da Cruz

Poeta   10/08/2023

documentation: Waffaa Badarneh 


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